A Chave de Bronze pt.1

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A Chave de Bronze

Olá meus queridos leitores, como vão? Então, a resenha de hoje é sobre o terceiro livro da saga Magisterium, mas infelizmente eu estou com uma ressaca literária e  vou fazer resenha somente de metade do livro, espero de coração que me perdoem. Vamos?

  • Nome:

A Chave de Bronze.

  • Autoras:

Cassandra Clare, Holly Black.

  • Traduzido por:

Rita Sussekind.

  • Editora:

Galera Junior.

  • Título Original:

The Bronze Key.

  • Data de Publicação:

2016.

  • Gênero:

Mistério, Humor, Aventura.

  • Mais Detalhes:

269 páginas, impresso em papel polem, dedicado para Jonah Lowell Churchill.

 

Bem, o último livro terminou com a fuga de Mestre Joseph. Agora, Alastair, Call, Tamara, Aron e Jasper, foram homenageados pelo Magisterium em uma festa super elegante em um salão secreto em baixo d’água. A festa era como qualquer outra, com pessoas bebendo e cerimônias chatas de honras ao mérito e blá, blá, blá. Até que algo aconteceu e a festa tomou um rumo misterioso e um tanto quente. Uma garota entrega pra Call um suposto bilhete de Célia(uma aluna da classe de Jasper), que aparentemente estava interessada no nosso Makar. O bilhete dizia: “Call, eu preciso falar com você a sós. Encontre-me na sala de troféus. Célia”. Então lá foi Call, tímido como sempre, esperar pela garota. Call esperou tanto tempo que começou a pensar ser um idiota de ter caído em uma pegadinha daquelas, mas de repente a porta se abre, e quem chega??? Tamara, seguida por Aron, que logo se pronunciam e dizem estar procurando por ele, Call estava prestes a responder quando o lustre pendurado no centro da sala cai sobre a cabeça dos três aprendizes. Tamara puxa Call para o chão, e Aron rapidamente se joga para trás invocando magia do caos e consumindo metade do lustre, sua outra metade cai no chão e se espalha por todos os lados. Não demorou muito para que os outros convidados saíssem correndo para a sala verificar o ocorrido. Quando os mestres conseguiram passar, eles levaram as crianças para uma sala ao lado da sala de troféus, onde fizeram várias perguntas sobre o que estavam fazendo ali e como o lustre havia caído. Call, não queria que ninguém soubesse do bolo que havia levado de Célia, mas se viu obrigado a contar. Quando Célia chegou na sala, olhou para todos com certo espanto, os mestres a questionaram sobre o bilhete, mas adivinhem, não era ela quem havia escrito, a letra não era a dela. Todos fizeram silêncio na sala, confusos, se não tinha sido ela, quem teria sido? O silêncio foi quebrado por gritos, todos correram de volta para o salão, indo em direção à sala de armas que era um local com paredes e teto de vidro, onde se podia ver o mar e os peixes que nadavam por perto. Quando chegaram lá, se depararam com Kimiya, irmã de Tamara, em pé, boquiaberta e olhando para cima com um desespero eminente, quando olharam para cima, veio a surpresa, uma surpresa do ouro lado do vidro, flutuando sobre eles. Uma aluna morta.

Tamara, Aron e Jasper foram passar o restante das férias de verão na casa de Call. Foi divertido, apesar de que eles não podiam tirar a imagem da garota morta da cabeça. Quando as férias terminaram e eles foram de volta para o Magisterium, parecia tudo normal, eram alunos do ano de bronze agora, tiveram aulas do lado de fora do colégio, aprenderam a respirar em baixo d’água, dentre outras coisas. Mas eles sabiam que algo não estava nada bom, havia um espião entre eles, e ele queria matar Call. Mestre Rufus queria que eles não se envolvessem na investigação, mas é claro que isso não rolou. Um dia quando estavam voltando de uma tentativa de armadilha frustada, os três foram dormir, mas quando Call entrou no quarto, algo estava errado, ele pensou ter visto uma sombra se mover, se convenceu de que não era nada e sentou se na cama, só que aí a sombra se moveu novamente, dessa vez, veio como uma serpente para cima de Call. Era um elemental do ar. Call tentou gritar mas o medo o paralisava, foi quando o elemental o mordeu. Pegou de raspão em seu peito mas foi o suficiente para Call gemer de dor e acordar Aron que correu para a porta, mas ela estava trancada com magia. Aron tentou abrir mas foi inútil, até que ele invocou o caos e consumiu com metade da porta. O elemental não perdeu tempo em sair pela porta e ir em direção ao quarto de Tamara que abria a porta naquele instante, o elemental entrou e rodou no ar, Call correu com Aron, que invocou um elemental do caos com a ajuda de Call, naquele momento chegou Mestre Rufus seguido por Mestra Milagros que juntos acabaram com os elementais como se fossem apenas truques de magia que qualquer um poderia fazer. Rufus decidiu que devia muda-los de quarto, por segurança. Após uma reunião com o conselho para explicarem o que aconteceu, eles foram encaminhados para o novo quarto.

Durante a reunião, Anastasia, madrasta de Alex, ex-namorado de Kimiya, havia contado que guardava a chave da sala dos elementais em seu quarto, e é claro que nossos encrenqueiros mirins entraram no quarto dela e conseguiram roubar a chave, a chave de bronze. quando chegaram, entraram na ala dos elementais do ar, mas não ajudou muito, já que os elementais do ar pareciam querer mais come-los no café da manhã do que ajudar na investigação. Então eles decidiram ir ver os elementais de terra. Eles estavam na porta da ala quando ouvem uma voz, não era de nenhum mestre, mas era assustadoramente familiar. CONTINUA.

 

“Do outro lado do vidro claro, Call via a água ao redor de todo o Collegium, brilhando em um azul esverdeado turvo. Havia apenas a água e um corpo flutuando nela.”

 

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