Crítica: Um dia para viver (sem spoiler)

6 de junho de 2018

Quem aqui não pode ver o anúncio de uma Ficção Científica que já quer logo assistir? Pois bem, eu não sou assim! A não ser que o assunto do filme me chame bastante atenção e seja composto por um elenco maravilhoso como o desse de que falarei agora para vocês!

Com direção de Brian Smrz, “Um dia para viver” nos conta a hitória de Travis Conrad (Ethan Hawke), um antigo soldado de elite, devastado pelas mortes de sua esposa e filho. Jim Morrow (Paul Anderson), um amigo do exército, reaparece na vida de Conrad com uma proposta irrecusável. Morrow trabalha agora para uma empresa paramilitar secreta que faz a contratação de Travis para uma missão de assassinato. Perigoso, mas extremamente lucrativo.

A missão foi aceita. Ele executa todo o plano, que foi muito bem arquitetado. Ao conhecer Lin Bisset (Xu Qing), uma agente da Interpol que esconde a testemunha procurada, todo o desenrolar do filme começa. Ela é seduzida, mas o tempo que tiveram juntos é curto, pois quando ele consegue localizar o alvo, Bisset o intercepta.

Travis acorda em uma mesa de operações, com uma perigosa e experimental invenção cientista da Red Mountain, cujo “procedimento” recém-inventado não é um renascimento, mas “um trabalho consertado” para deixá-lo consciente por tempo suficiente para dizer ao chefe onde está a testemunha.

Este procedimento faz com que ele tenha alucinações com seu filho e, ao se sentir culpado por sua vida despedaçada, Conrad decide se juntar a Bisset para obter essa testemunha de seu depoimento, destruindo Red Mountain. Isso poderia ser feito em 24 horas, ou seja, ele só tinha este tempo para salvar a vida de seu ex-alvo. É quando o dono da empresa, Hardy (Liam Cunningham), não podendo deixar que isso aconteça, fala com todos os seus assassinos sobre Conrad.

Talvez se não tivesse visto antes que o filme tinha o gênero de Ficção Científica, eu o classificaria como Ação. A única coisa que tem de ficção científica é o caso do teste dos cientistas que foi usado em Conrad.

A atuação é ótima e, a propósito, que dupla imbatível são Hawke e Qing! Ambos interpretaram muito bem e souberam exercer o papel de atiradores de elite. Me surpreendi com os lances que foram feitos entre as cenas. Foi um longa com superprodução, mas nada comum em relação ao que já estamos acostumados nos padrões de filmes de ação que já perduram por mais de três décadas.

Se tem uma coisa boa são os efeitos especiais. Isso não deixará nenhum espectador insatisfeito. Não são os melhores efeitos do mundo – acho que eles poderiam ter explorado mais – porém foi o suficiente e atendeu às expectativas sobre o filme (não poderíamos esperar um efeito de “Velozes e Furiosos“).

Quanto ao final, acho que ficou mal explicado. Acredito muito que tenha uma continuação, mas não podemos esperar demais. Para que isso ocorra, vamos lotar as salas de cinema! Vocês certamente não se arrependerão!

O filme estreará dia 7 de junho nos cinemas brasileiros. Corram para assistir a superprodução de “Um dia para viver“.

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3 Comentários

  • AMEI a resenha, estou ansiosa para assistir 🙂

  • Gente, achei muito confuso. Eu não sou fanzona de filme de ficcao cientifica, mas gosto de filmes de acao. Então verei o trailer antes para ver se vale a pena pagar 20 reais para assistir

  • Adorei!
    Adoro filmes com ação e ficção cientifica. Gostei muito da sua opinião sobre o filme. Já estou me preparando para assistir!!!