O caçador de pipas – Resenha

14 de setembro de 2018

Olá Leitores!

Hoje o livro da vez é: O Caçador de Pipas, ou, O menino de Cabul para quem leu a versão de Portuguesa.

O Caçador de pipas

Editora: Nova Fronteira
Páginas: 368
Versão: Português (Brasil)
Categoria: Romance
ISBN: 9788525054203
Edição: 2007

Publicado em mais de 70 países e com a marca de mais de 2 milhões de exemplares vendidos apenas no Brasil, o aclamado livro O caçador de pipas, romance de estreia de Khaled Hosseini, está de volta em nova edição. O romance narra a tocante história da amizade entre Amir e Hassan, dois meninos que vivem no Afeganistão da década de 1970. Durante um campeonato de pipas, Amir perde a chance de defender Hassan, num episódio que marca a vida dos dois amigos para sempre. Vinte anos mais tarde, quando Amir está estabelecido nos Estados Unidos, após ter abandonado um Afeganistão tomado pelos soviéticos, ele retorna a seu país de origem e é obrigado a acertar as contas com o passado.

Transformado em filme em 2007 pelo diretor Marc Forster, o romance há 10 anos emociona leitores de todo o mundo. A nova edição publicada pela Globo Livros traz um prefácio especial do autor, no qual ele fala sobre a semelhança entre a ficção de O caçador de pipas e sua própria realidade — depois de 27 anos exilado nos Estados Unidos, e já tendo concluído seu primeiro romance, Khaled Hosseini retornou a Cabul e passou por algumas das mesmas experiências vividas pelo personagem Amir ao regressar a sua cidade natal. A edição também conta com nova tradução, de Claudio Carina, e nova capa, assinada por Victor Burton.

Representante da Organização das Nações Unidas desde 2006, Hosseini faz dos seus livros não apenas uma narrativa sensível e encantadora, mas também um canal de denúncia, desabafo e engajamento social necessário para o debate de grandes questões morais e humanitárias que afetam o século XXI.

Em maio de 2013 a Globo Livros publicou O silêncio das montanhas, que já vendeu mais de 200 mil exemplares e se mantém na lista dos livros mais vendidos desde seu lançamento.

Fonte: http://globolivros.globo.com/livros/o-cacador-de-pipas

Minha Opinião sobre o livro:

Gente, esse livro, eu não sei bem por onde começar a falar dele então, vou começar dizendo que eu ODIEI o Amir. 😑 Não dava pra aguentar, eu queria entrar dentro da história e chacoalhar ele até ele entender o que estava fazendo. Eu chorava de raiva daquela pequena criança e depois me sentia mal por ele ser só uma criança, era um turbilhão de emoções sem fim. Porque não foi só o fato dele não defender o Hassan no momento em que ele precisou  com o Asef, foi o fato de ele próprio abusar da inocência do pobre menino e ainda continuar sendo amigo dele. Como o próprio Asef falou, e eu concordei com todo gosto de ódio na mente, o Amir era só o patrão e o Hassan o empregado, que as vezes servia de brinquedo para o patrão brincar quando estava entediado, e passavam momentos divertidos fingindo uma amizade que só era verdadeira da parte do Hassan. É claro que o Amir sofreu bastante por causa de suas escolhas e se arrependeu mas até saber a reação do Hassan sobre tudo, eu  não tinha perdoado o Amir.

Eu já sofri muito com amizades que eu pensava ser verdadeira mas não eram, eu não enxergava a pessoa que estava a minha frente, quem ela era de verdade e como me considerava , eu era tão inocente que dava de mim por completo para aquela pessoa e ela se lixava para mim. Mas esse livro me relembrou uma coisa, e não foi de deixar de ser trouxa, foi continuar sendo deste mesmo jeito que eu sou, eu me vi muito na pele do Hassan, e ele me lembrou que ser inocente e não ser reconhecido pelo carinho e amor que temos pela pessoa ao nosso lado, não é ser trouxa, é ser leal. É ser benigno. É ter compaixão. É querer fazer o bem, não importa a quem. Porque ser reconhecido pelas pessoas, é apenas uma alimento ao nosso Ego que está sempre nos dizendo que aquilo que você faz aos outros deve-se ser recebido em troca, mas se formos parar para pensar, não é isso que o nosso criador diz no nosso manual da vida: A Bíblia.

‘há mais felicidade em dar do que em receber’. (Atos 20:35)
‘todas as coisas que querem que os homens façam a vocês, façam também a eles.’ (Mateus 7:12)

Então, a ideia que eu quero passar com esse post, é: Demos tudo de nós aos outros, façamos a nossa parte, amemos ao próximo como a Bíblia nos incentiva, façamos aos outros o que queremos recerber em troca, mas se não recebermos não nos sentir mal, porque assim seremos agraciados com uma felicidade imensa de querer sempre o bem das pessoas não importa quem elas sejam e o que fizeram conosco. Acredite, é libertador, falo por experiência própria.

Até a próxima!!

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