Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares

8 de Fevereiro de 2018

       Olá pessoal, como vocês vão? Bem, espero ^-^. Bom, antes de tudo, quero dedicar este post para minha querida amiga Karin que hoje está fazendo 27 aninhos!! Parabéns Kah!❤

       A resenha de hoje vai falar sobre o livro que inspirou o nosso queridíssimo autor e diretor Tim Burton à fazer o filme “O lar das Crianças Peculiares” que fez muito sucesso na época do lançamento assim como os outros filmes do Tim como A Noiva Cadáver e Edward Mãos de Tesoura, ou até mesmo, O Estranho Mundo de Jack! “O Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares” foi escrito por Ranson Riggs (autor tambèm de Cidade dos Etéreos, Biblioteca de Almas, Contos Peculiares e Sherlock Holmes). O livro fez tanto sucesso que grandes autores não só o Tim, adoraram a trama. O verso do livro trás comentários de grandes nomes como Rick Riordan (conhecido por ter escrito a série Percy Jackson e Os Olimpianos), e Jhon Green (famoso por ter escrito A Culpa é das Estrelas, Cidade de Papel, entre outros). A trama é harmonicamente complementada por fotografias autênticas emprestadas dos arquivos pessoais de colecionadores dedicados, algumas apenas passaram por leve tratamento. Mas chega de falar disso e vamos para a resenha né?

       O Orfanato da Srta. Peregrine Para Crianças Peculiares é um livro para quem gosta de fantasia e histórias mirabolantes! Ele já começa contando a História de Jacob Portman e e Abraham Portman, seu avô. A história é tão detalhada no cotidiano dos protagonistas, que logo, nos sentimos íntimos o suficiente para chama-los pelos apelidos. Quando Jac era uma criança, Abe costumava contar para ele histórias de como ele fugiu de seu país, a Polônia, para refugiar-se em um orfanato numa uma ilha de Gales. Então você pensa, “Ah! Ele fugiu da guerra”, mas não. Abe dizia ter fugido de monstros, monstros mesmo! Criaturas altas como o Slanderman, com pele podre e tentáculos saindo da boca. Se você está surpreso, espere até saber o que ele dizia sobre o orfanato.

“Era um lugar encantado, contava ele, projetado para manter as crianças protegidas dos monstros, em uma ilha onde o sol brilhava todos os dias e ninguém jamais adoecia ou morria. Todos viviam juntos em uma casa grande protegida por uma velha ave sábia.”

      E como se já não fosse o suficiente para um livro de fantasia, Abe ainda dizia que as crianças eram peculiares! Uma fazia fogo com as mãos, outra flutuava, uma delas podia ficar invisível, e ainda, outras com super força. Nesse momento eu comecei a lembrar do Quarteto Fantástico, mas isso só durou até ele citar peculiaridades como a de um garoto que tinha abelhas e vespas morando nele, e ele as controlava naturalmente. E a de uma garotinha com uma segunda boca de dentes afiados escondida na nuca.

      Mas o tempo foi passando, Jac foi crescendo, e foi aos poucos não acreditando mais nos contos do avô, para ele agora eram apenas contos de fadas. Até o dia que seu avô assassinado em uma floresta e Jacob pode ver um dos monstros que Abe tanto falava. É claro que ninguém acreditou no garoto, e logo trataram para que um psiquiatra o convencesse que aquilo não passava de uma ilusão causada por “estress pós traumático”. Tudo ia relativamente bem até que ele foi viajar com o pai para a tal ilha em Gales.

      Mesmo não acreditando mais nas histórias sobre o orfanato e afins, o pequeno Portman foi procurar a tal casa para ver se achava alguma coisa que contasse um pouco do passado do avô, a verdade. Nesse momento você acha que ele encontra o orfanato e descobre que tudo era verdade mesmo, mas essa é só aquela parte do livro em que o autor enrola com as coisas; eu demorei um pouco para ler essas paginas, mas não deixe de le-las, elas são importantes para o desfecho. Quando Jacob finalmente encontra o orfanato, demora um pouco para ele descobrir toda a verdade sobre o avô, e sobre ele mesmo também, acabamos descobrindo que Jacob era mais do que ele pensava ser. Essas informações são distribuídas ao longo da leituta. O livro acaba com Jacob, as crianças e a Srta. Peregrine indo atrás dos montros, mas não é o fim da história; ainda temos mais dois livros, “A Cidade dos Etéreos”, e “Biblioteca de Almas”. Aliás, assim que der vou escrever sobre eles aqui também ☺

Bom, eu queria ressaltar aqui sobre a escrita do livro, que particularmente eu achei interessante, ele é escrito detalhadamente em primeira pessoa, Jacob contando sua própria história, o que nos dá uma impressão de que estamos participando da aventura, o que é bem legal porque prende a atenção, estamos descobrindo tudo junto dos personagens. Quero dizer também que não coloquei as imagens que tem no livro para ilustrar por uma razão simples, a magia delas é exatamente ve-las enquanto você lê, então se você ver antes, meio que perde um pouco da graça. Mesmo assim, espero que tenham gostado! Até a próxima!

3 Comentários

  • Adorei Sah!! 😍
    Parabéns, fiquei muito curiosa para ler! 👏👏😘😘

  • Eu adorei esse livro! As fotografias são incríveis e inacreditáveis. O personagem nos deixa de boca aberta com todas as descobertas.
    Adorei sua resenha!

  • Sua resenha foi tão lindinha!!!
    Confesso que com a capa e o estilo eu nunca tinha pensando em ler o livro, mas um dia estava zapeando pela tv e assisti o filme . Amei muito o universo criado(e a Eva Green também :p) a ideia deles morarem numa “fenda do tempo” me deixou encantada e muito intrigada. Depois de ficar toda apaixonada pelo filme, fiquei com muita vontade de ler os livros.
    Ps: Eu amo essa foto, com as fotinhas de quando você era pequena